21 fevereiro 2017

Tempos sombrios: estamos entrando em uma época sem direitos humanos?






Vive-se uma "corrida ao fundo do poço" em matéria de respeito aos Direitos Humanos. Os países estão simplesmente virando as costas para o que era até então considerado uma obrigação elementar de respeito à humanidade.

"Em Genebra, onde estão as sedes do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, da Agência de Refugiados da ONU e do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, já se fala em um mundo pós-direitos humanos."

"Não se pode negar que estamos enfrentando desafios enormes: o retrocesso que vemos no respeito aos direitos na Europa ocidental e possivelmente também nos Estados Unidos", diz Peggy Hicks, diretora de programas dos Direitos Humanos."


Matéria de Imogen Foulkes, da BBC News (leia).



Na foto, a  Declaração Universal dos Direitos Humanos para a Organização das Nações Unidas.










O Brasil precisa de uma opinião pública melhor informada, atenta e democrática.
 
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06 fevereiro 2017

Atores, agendas e conjunturas: mapeamento, rastreamento e análise


Curso ministrado na Escola Nacional de Administração Pública 
para servidores públicos federais

Fevereiro de 2017

Programa


FreeMup -  ferramenta online e aberta de mapas mentais
Use o programa de mapas mentais que você prefere ou, alternativamente, baixe o programa Freemind.
Confeccione seu mapa e faça o download em formato pdf para envio ao e-mail da Enap: aperfcarreiras@enap.gov.br   



Exemplo de estrutura do mapa mental: Mindmup.com ou em pdf

Referências básicas:

BRELÀZ, Gabriela de. Advocacy das organizações da sociedade civil: um estudo comparativo entre Brasil e Estados Unidos. S. Paulo: FGV, 2007. Dissertação de mestrado. Disponível em https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/2444/136543.pdf?sequence=2&isAllowed=n
CAPELARI, Mauro G. M., Calmon, Paulo du Pin e ARAÚJO, Suely M. V. G. Coalizões de advocacia: levantamento das teses e dissertações nacionais. Brasília: Centro de Estudos Avançados de Governo e de Administração Pública - Ceag-UnB, 2014. Série Textos de Discussão Ceag-UnB 003/14 Disponível em <http://site.ceag.unb.br/ceagarquivos/public/arquivos/biblioteca/23368586224a 9daa2fd7a82ca9b2e46b.pdf>
CERQUEIRA, Kleber Chagas. Referencial Teórico das Coalizões de Defesa. In: CERQUEIRA, K. C. As propostas de política econômica do PT entre 1989 e 2006: um exame sob o referencial teórico das coalizões de defesa. Brasília: Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (Dissertação de mestrado), 19 de março de 2010. Disponível em http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/17440/1/2010_KleberChagasCerqueira.pdf
CRUZ, Sebastião C. Velasco e. Teoria e método na análise de conjuntura. Educação & Sociedade, ano XXI, n 145 o 72, Agosto 2000. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302000000300008
GOMIDE, Alexandre Ávila. Agenda Governamental e Formulação de Políticas Públicas: o projeto de lei de diretrizes da política nacional de mobilidade urbana. Brasília: IPEA, 2008. Disponível em http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/eventos/982.pdf
INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Carta de Conjuntura. Brasília: IPEA. 14 de maio de 2012. http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_alphacontent&view=alphacontent&Itemid=59
KINGDON, John W. Como chega a hora de uma ideia? In: SARAVIA, Enrique e FERRAREZI, Elisabete (org.). Políticas públicas: coletânea. Brasília: ENAP, 2006. V. 1. Disponível em https://drive.google.com/file/d/1M6RBER7GEER_WYmY9ojXkcu-b46I3ZXQIpjOMibnaEBn42g1fDaCtjFTfdDt/view?usp=sharing
KINGDON, John W. Juntando as coisas. In: SARAVIA, Enrique e FERRAREZI, Elisabete (org.). Políticas públicas: coletânea. Brasília: ENAP, 2006. V. 1.  Disponível em <link>
LASSANCE. Temas relevantes da agenda federativa. Brasília: IPEA, outubro de 2012. Disponível em <link>
NORTH, Douglass C. Instituciones, cambio institucional y desempeño económico. México: Fondo de Econômica, 1993. <link>
GALA, Paulo. A Teoria Institucional de Douglass North. Revista de Economia Política, vol. 23, nº 2 (90), abril-junho/2003. Disponível em http://www.rep.org.br/pdf/90-6.pdf
SANTIAGO, Claudia e MORAES, Reginaldo Carmello de Moraes. Como fazer análise de conjuntura. Brasília: CNTE, 2008. http://www.cnte.org.br/images/stories/esforce/pdf/programaformacao_eixo02_fasciculo03_analiseconjuntura.pdf
SANTOS, Fábio Pereira dos. Coalizões de interesses e a configuração política da agricultura familiar no Brasil. S. Paulo: Fundação Getúlio Vargas, 2011. <link>
SARAVIA, E.  e FERRAREZI, E. Políticas públicas: coletânea. (Org.): Brasília: ENAP, 2006. Volumes 1 e 2. Disponível em <link >
SCHMEER, Kammi. Stakeholder analysis guidelines. Washington, D.C.: Center for Democracy and Governance, September 2000. <link>
WEIBLE, Christopher M., SABATIER, Paul A., JENKINS-SMITH, Hank C.; NOHRSTEDT, Daniel; HENRY, Adam Douglas, and DeLEON, Peter. A quarter century of the Advocacy Coalition Framework: an introduction to the special issue. The Policy Studies Journal, Vol. 39, No. 3, 2011, pp. 349-360. Disponível em <link>  
WOLF, Felipe. O comportamento dos deputados na Câmara Federal: uma abordagem de redes sociais. Brasília: Universidade de Brasília, 2008. Dissertação de mestrado Ipol/UnB. Disponível em <link>


Referências complementares:
CAIRNEY, Paul. Policy Concepts in 1000 Words: The Advocacy Coalition Framework  https://paulcairney.wordpress.com/2013/10/30/policy-concepts-in-1000-words-the-advocacy-coalition-framework/
CAIRNEY, Paul Cairney and zahariadis, Nikolaos. Multiple streams analysis: A flexible metaphor presents an opportunity to operationalize agenda setting processes. Forthcoming in Handbook of Public Policy Agenda-Setting, Edited by Nikolaos Zahariadis, Edward Elgar, 2016. Avaiable at:   https://paulcairney.files.wordpress.com/2013/10/cairney-zahariadis-multiple-streams-2016.pdf







30 janeiro 2017

Competitivos e individualistas ou coletivistas e cooperativos?



Visões de mundo e modos de comportamento podem ser muito distintos.
Isso pode ser influenciado pela história de uma região, inclusive por suas trajetórias mais antigas.
 
Os resultados de certa forma reforçam a teoria concedida como "path dependence" (dependência à trajetória)
 
 
 
Universo 'estranho' (weird)
 
Até recentemente, os cientistas ignoravam amplamente a diversidade global do pensamento.Em 2010, um artigo na conceituada publicação científica Behavioral and Brain Sciences, da Universidade de Cambridge, relatou que a grande maioria dos indivíduos que participavam dos estudos psicológicos tinha um perfil: era "ocidental, educado, de áreas industrializadas, ricas e democráticas".Usando as iniciais de cada uma daquelas palavras em inglês, surgiu o que o artigo chamou de perfil "Weird", termo que também significa "estranho" na língua.
 
O perfil "Weird" passou a ser visto como um fenômeno que se espalhou pela psicologia e pelas ciências sociais.O artigo relatou que quase 70% dos entrevistados eram americanos e, em grande parte, estudantes universitários em busca de algum dinheiro ou de créditos escolares por terem participado das experiências.
 
A crença implícita era de que esse seleto grupo de pessoas "Weird" poderia representar verdades universais sobre a natureza humana - ou seja, que todas as pessoas são basicamente iguais. 
[...] 
 
De maneira geral - há várias exceções - no Ocidente os povos tendem a ser mais individualistas, e nos países asiáticos como Índia, Japão e China, mais coletivistas. 
 
 
 
Fonte: BBC Brasil 
















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